Nova Zelândia lidera ranking de melhores países para negócios

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São Paulo, 1 de novembro de 2017. A Nova Zelândia foi eleita pelo segundo ano consecutivo como o melhor país para negócios. O reconhecimento conferido pelo Banco Mundial através do relatório Doing Business Report 2018, divulgado na última terça-feira, 31 de outubro, evidencia os esforços feitos pela nação que se empenha para manter um ambiente favorável para o comércio.  

Em 2017, a Nova Zelândia alcançou o primeiro lugar em quatro dos dez indicadores analisados que incluem facilidade para iniciar um negócio, concessões para construção, registro de propriedade e proteção a menores investidores, entre outros. Desde a primeira edição do relatório, em 2003, a Nova Zelândia figura entre os três países com melhor ambiente para negócios.  

Para Nick Swallow, Consul Geral e Comissário de Comércio da Nova Zelândia para o Brasil, o reconhecimento é fruto dos esforços do país para atração de investimentos. “A Nova Zelândia adota medidas que estimulam a realização de negócios com foco no ganho de eficiência e aumento da produtividade. O reconhecimento conferido pelo Banco Mundial indica que tomamos as medidas adequadas rumo à simplificação do pagamento de taxas e para o estímulo a soluções que favoreçam o comércio internacional. ”, diz Swallow. Nas últimas três décadas, a economia neozelandesa passou de uma das mais regulamentadas na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) para uma das menos regulamentadas.

O país que registrou crescimento econômico positivo em 33 dos últimos 35 anos, detém um sistema de cobrança de impostos simples e amigável aos negócios, e tem no comércio um elemento essencial para manutenção de sua prosperidade econômica. As exportações de bens e serviços respondem por cerca de 30% do produto interno bruto (PIB). Sua ampla linha de acordos de livre comércio, legislação pró-concorrência, regime de impostos eficiente, sistema político aberto e investimento constante em inovação contribuem para a sustentação de uma economia modelo em eficiência e competitividade. 

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