Nova Zelândia é líder em ranking anti-corrupção

Auckland city at night

Reconhecimento atesta os esforços neozelandeses para criação de ambiente econômico e social favorável ao desenvolvimento  

Valorização do livre e justo comércio internacional e adoção de medidas preventivas anticorrupção estão entre as iniciativas adotadas pelo país considerado como o mais próspero para se viver  

São Paulo, 25 de janeiro de 2017. Nova Zelândia, ao lado de Dinamarca, é o país com menor índice de percepção de corrupção no setor público. É o que revela o Corruption Perceptions Index 2016 (Índice de Percepção de Corrupção 2016), estudo divulgado na madrugada desta quarta-feira, 25, pela organização não governamental (ONG) Transparência Internacional.  

Em sua 22ª edição, o estudo avaliou o desempenho de 176 países/territórios de acordo com o nível de percepção de corrupção do setor público considerando questionários respondidos por representantes de instituições internacionais. Sessenta e nove por cento das nações avaliadas alcançou menos de 50 pontos em uma escala de 0 (percebido como altamente corrupto) a 100 (percebido como altamente íntegro).  

À frente de países como Finlândia (89 pontos) e Suécia (88 pontos), Nova Zelândia, ao lado de Dinamarca (90 pontos), lidera a lista dos países com menor índice de percepção de corrupção. O país insular vem intensificando suas medidas em prol da transparência e do fortalecimento de medidas anticorrupção, o que contribuiu para o avanço de duas posições em relação à versão anterior do estudo. O Brasil foi avaliado com 40 pontos, dois a mais que em 2015. Apesar da melhora, caiu três posições no ranking, ocupando o 79º lugar ao lado de Bielorrússia, China e Índia.

Em novembro de 2015, o país de 4,7 milhões de habitantes fortaleceu sua legislação anticorrupção e contra o crime organizado, com aumento de penalidades por infrações de suborno e corrupção no setor privado. Em dezembro do mesmo ano, ratificou sua adesão à Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, primeiro acordo global legalmente firmado para combate à corrupção nas esferas pública e privada.   

Figurando entre os 10 países com melhor Índice de Desenvolvimento Humano (Nações Unidas), Nova Zelândia é atualmente considerado o melhor país do mundo para se fazer negócios (Banco Mundial) e a nação mais próspera para se viver (Legatum Institute).  

Para mais informações e a relação completa dos países listados no Corruption Perceptions Index 2016, acesse: https://www.transparency.org/news/feature/corruption_perceptions_index_2016

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